quinta-feira, 27 de setembro de 2012

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Código do IVA

Artigo 9.º

"Estão isentas do imposto:
(...)
4) As transmissões de órgãos, sangue e leite humanos"

Conclusão: Meus amigos, se quiserem vender órgãos, sangue ou leite humanos, está aí uma boa oportunidade de lucrar para pagar à troika, só não precisam de cobrar o IVA para o entregar ao Estado.

Será que o Gaspar já se apercebeu do que não está a ganhar aqui????

terça-feira, 25 de setembro de 2012

...


"Don't you think that you need somebody?
Don't you think that you need someone?
Everybody needs somebody
You're not the only one...."

Só porque me traz tantas e tantas recordações de danças felizes!


quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Teoria da conspiração

Passos Coelho falou em dia de Futebol

Vítor Gaspar falou em dia de Futebol

O Orçamento de Estado vai ser apresentado no dia de Fátima

(Será que é para pedir a Nossa Senhora que isso corra bem????)

Só nos falta sermos distraídos com o Fado (ou com a Lady Gaga) para "voltarmos" às técnicas usadas há 40 anos.

Curious, isn't it?

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Bem dito

"Poucos políticos têm posto os interesses do país à frente dos seus. Desde 2008 que tem sido uma demência. Teixeira dos Santos aumentou então os funcionários públicos para ganhar as eleições em 2009. Cavaco Silva devia ter obrigado a um Governo de coligação depois dessas eleições. José Sócrates jamais deveria ter negociado o PEC IV sem incluir o PSD. O PSD não devia ter tombado o Governo. E assim se sucedem os erros em que sacrificam o país para não perderem a face, as eleições ou a briga de ocasião. O que vai agora o PS fazer? E Paulo Portas? E o Presidente da República, vai continuar a furtar-se ao papel para que foi eleito? (...) Foi isto que o Governo estragou. Estragou a crença de que esta austeridade era medonha e ruinosa, mas servia um propósito gregário de que resultaria uma possibilidade pessoal. Não foi a austeridade que nos falhou, foi a política que levou ao corte de salários transferidos para as empresas, foi a política fraca, foi a política cega, foi a política de Passos Coelho, Gaspar e Borges, foi a política que não é política. Esta guerra não é para perder. Assim ela será perdida. Não há mais sangue para derramar. E onde havia soldados já só estão as espadas. "

E resumindo, é mesmo só isto!

in http://m.negocios.pt/opn.aspx?ID=578019
 

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Disclaimer needed...please!!!!!!!!!!!

Ora a bela da Joana pede emprestado a uma colega o novo livro do Domingos Amaral pensando que vai ler qualquer coisa razoavelmente bem escrita, com algum interesse e que não puxe muito pelo juízo ensinando algo de história ao mesmo tempo e começa a ler....









Eis se não quando, numa normal viagem de comboio apinhada de gente, esbarro em passagens do estilo:

"Ela tanto abana as maminhas para si, como vai a correr telefonar ao marido. É ambígua." (diria eu que esse é o menor dos "defeitos" da menina)

Esbarrando igualmente com os dilemas do homem para quem as maminhas foram abanadas quanto à possibilidade de se masturbar ou não pensando nisso mesmo! (acrescendo que o senhor está em grande dilema entre carne e intelecto e sobre o poder de um sobre o outro)

Ora nada disto se retira minimamente de resumos, primeiras páginas ou críticas! E sinceramente, eu que nem sou muito púdica, achei um bocadinho forçado para ser escandaloso. Mesmo assim vou insistir até ao fim do livro. Ainda espero que seja bom!

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Happy birthday


Regresso?

Nos últimos tempos tenho voltado aqui regularmente, rever a pessoa que eu era e lembrar-me do quanto eu gostava de escrever aqui (não obstante achar sempre que tudo aquilo que pudesse dizer seria sempre desinteressante aos olhos de outros).

Hoje sou uma mulher muito diferente do que era há 3 anos quando este blogue ficou suspenso. Hoje a mente deambula para outros sítios e, no entanto, volta muitas vezes aos lugares onde já foi muito feliz.

Por isso não afirmo que seja já o regresso mas voltei a abrir o caderno para, quem sabe, escrever mais uma página quando me apetecer. Logo se vê.